Mistério da Cultura e Correios apresentam

Sobre o diretor Roko Belic

Indicado para um Oscar e vencedor do Prêmio Sundance, Roko Belic nasceu na América, de pais vindos da Checoslováquia e da antiga Iugoslávia. Em 1996, ele fundou a empresa de produção cinematográfica, Wadi Rum, com seu irmão Adrian . Sua estréia como diretor, em Genghis Blues ( 1999), em que os irmãos filmaram com câmeras de vídeo caseiras, foi indicado para o Oscar de melhor documentário .

A Educação multinacional de Roko, a ajuda de sua mãe, encorajaram-no para explorar o mundo através de documentários de televisão, definindo as bases para a sua paixão e visão como cineasta. Belic tem demonstrado numerosas capacidades durante sua carreira, incluindo a de diretor de fotografia, editor, escritor, produtor e diretor. Recentemente, dirigiu um documentário de 44 minutos chamado Dreams: Cinema of the Subconscious (Dreams: Cinema do Subconsciente), para o " Recursos em Blue –Ray para a Criação Cinematográfica de Hollywood".

O próximo projeto de longa-metragem de Belic, Twilight Men (Homens do Crepúsculo) , conta a história de um investigador Americano e um santo homem Indiano, que viajam para o Himalaia, em busca de um mestre iluminado.

Equipe do filme “Happy”

Diretor/Cinematógrafo/Produtor: Roko Belic
Produtores: EijiHan Shimizu e Frances Reid
Produtor Executivo: Tom Shadyac
Editor: VivienHillgrove
Cinematógrafo/Produtor Associado: Adrian Belic
Produtores Associados: Pamela Harris, BhagyashreeRaorane, JessFurman

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Sinopse O cineasta Roko Belic ( debutou, como Diretor, com "Genghis Blues" e também "Beyond The Call") dedicou os últimos quatro anos para responder a uma única pergunta: "O que faz as pessoas felizes" ? Para isso, ele reuniu um pequeno grupo de produtores e cineastas de 14 países diferentes que, combinando a investigação psicológica sobre a felicidade, com as experiências individuais, realizaram um esforço para levantar o véu sobre este conceito.

O documentário "HAPPY" foi inspirado por um artigo de Tom Shadyac, no "New York Times", que demonstrou a Belic como os países podem ser classificados pela felicidade dos seus cidadãos. "O que Tom aprendeu com este artigo é que, apesar do fato de que os Estados Unidos da América ser um dos países mais ricos do mundo, está longe de ser o mais feliz ", diz Belic. Tom Shadyac estava tão intrigado pela relação contraditória entre riqueza material e felicidade, que acabou financiando pessoalmente a maior parte do filme de Belic.

Depois de viajar para a Dinamarca, Namíbia, Escócia, China, Quênia, Brasil, Japão, Butão e Índia, Belic diz que o que ele e sua equipe descobriram foi surpreendente. Ele passou, por exemplo, algumas semanas nas favelas de Calcutá, na Índia, com o psicólogo Robert Biswas - Diener e encontrou uma comunidade cuja dependência um do outro transcendeu sua pobreza. "Apesar do fato eles viverem em pequenas cabanas, feitas de varas de bambu, cobertas de lonas plásticas e sacos de plástico, apesar do fato de que há esgoto a céu aberto, correndo na frente do local onde eles dormem, apesar do fato de que eles não têm renda para um atendimento médico ou para a escola ou para qualquer excesso na subsistência, eles são tão felizes como o americano médio", diz Belic. "O que eu vi na favela e que falta em muitos bairros da América, é um verdadeiro, genuíno senso de camaradagem e união, entre as pessoas que vivem lá. "

Quando Belic visitou Okinawa, no Japão, descobriu um vínculo de comunidade similar. Durante a Segunda Guerra Mundial, a ilha foi queimada e centenas de pessoas foram mortas, mas a comunidade viu a devastação como passado e utilizaram todos os recursos para reconstruir suas aldeias. Belic diz que a maioria das pessoas, que ele encontrou em Okinawa, estava na faixa dos noventa anos e ainda tinha energia para dançar e cantar . "Todo mundo parece ser bem cuidado", diz ele . Uma das mulheres entrevistadas contou a Belic que tinha perdido toda a sua família durante a guerra, mas , vivia cercada por 15 dos seus melhores amigos, o que a deixava radiante de felicidade. "Se você não tem nada, o que você tem são as pessoas , e isso é realmente tudo", diz Belic. "John Lennon disse que o amor é tudo que você precisa, e estamos descobrindo através de dados científicos e de pesquisa que , de fato, para a felicidade , isso pode ser verdade. "

Desde as filmagens do documentário, Belic diz que fez mudanças significativas em sua própria vida, o que o ajudaram a tornar-se uma pessoa mais feliz .

HAPPY é um belo documentário de longa-metragem, que leva os espectadores a uma jornada aos 5 continentes em busca das chaves para a felicidade. O filme trata de questões fundamentais na sociedade de hoje: como o equilíbrio pessoal, o fascínio pelo dinheiro, a fama, os relacionamentos, a saúde, a realização pessoal. Para isso, HAPPY leva o espectador dos igarapés da Louisiana para os desertos da Namíbia, das praias do Brasil às montanhas do Butão.

HAPPY é, enfim, um documentário que nos leva a uma incrível viagem ao redor do mundo, explorando o poder e o mistério da felicidade humana.