Jean-Marc Abela

O cineasta autodidata, com 12 anos de experiência, Jean -Marc concentra suas energias na produção de documentários. Sua primeira paixão é o cinema para o qual oferece seus serviços como diretor. Ele já completou dois documentários com recursos independentes. Em "Shugêndo Agora", explora a nossa relação com a natureza através de uma tradição japonesa. Em "Diversidade", ele segue um grupo de jovens que embarcam em uma jornada para descobrir a sua relação com a comida que eles comem. Seu nicho é a criação de filmes positivos e sinceros que buscam compartilhar soluções para os fundamentais problemas da nossa sociedade. Isto vem de sua convicção de desempenhar um papel na criação de uma sociedade mais ecológica e justa. Sua busca vai continuar com seu terceiro filme “This is what Cooperation Looks Like”, onde ele irá explorar como cooperativas permitem um ambiente de negócios muito mais saudável. Jean-Marc tem viajado por todo o mundo com sua câmera e através de suas explorações no cinema descobriu uma segunda paixão na Permacultura, uma ciência do design sustentável, através do estudo da natureza. Ele está ganhando mais experiência como educador e facilitador, oferecendo oficinas de vídeo e o processo de design de Permacultura. Ele pratica a arte chinesa de Qi Gong e produziu DVDs instrucionais Qi Gong para dois de seus professores.

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Sinopse

Este documentário é uma viagem experimental pelas práticas místicas do ascetismo nas montanhas japonesas. Em Shugêndo (Caminho de Aquisição de Energia), os praticantes executam rituais de xamanismo, Xintoísmo, Taoísmo e Budismo Tântrico. Eles buscam a verdade experiencial dos ensinamentos durante subidas árduas nas montanhas sagradas. Através da paz e da beleza do mundo natural, praticantes buscam purificar as seis raízes da percepção, revitalizar a sua energia e reconectar-se com sua verdadeira natureza - tudo ao mesmo tempo segurando a interligação fundamental com a natureza e todos os seres sencientes.